segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A internet e o croissant

Estamos em Cancún, no México, na Cúpula da América Latina e Caribe. O repórter-cinematográfico Ailton Silva e eu vamos ficar a semana atrás do presidente Lula, num giro pela América Central (além do México, Cuba, Haiti e El Salvador).
O evento em Cancún reúne 25 chefes de Estado. Uma baita estrutura: Polícia e Exército nas ruas, hotéis de luxo lotados, funcionários de governos felizes com a mordomia e, claro, os presidentes e seus interesses. Cada um a seu jeito. Hugo Chavez, por exemplo, chegou de farda e cantando…
A imprensa está reunida no Hotel Princess. Um grande centro foi montado num ambiente luxuoso. Agua, café, chá, refrigerante, sanduíche, bolacha, banana e muitos, muitos croissants. Toda hora vem uma senhora com uma bandeja cheia e tem iníco um ataque em massa. Em três minutos ela fica vazia e em seguida vem outra bandeja. Tá muito melhor que a internet, que é lenta… Um take de menos de 10 segundos demora mais de cinco minutos para chegar no Brasil. Ailton Silva tá sofrendo para mandar o material. Claudinei Matosão, cinegrafista da Band, chegou a falar com o pessoal do suporte da sala de imprensa. Mas ficou tudo igual e ninguém mais reclamou. Enquanto tiver croissant…


Ailton Silva gosta de um croissant, mas sofre com a internet


A bandeja de croissant após um ataque


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